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Blue Team · Sênior

Threat hunting com hipótese

Hunting sênior é hipótese falsificável, telemetria mínima e critério de sucesso. Sem hipótese você só passeia em log. Com hipótese, o achado vira use case.

Passear em log às 23h parece produtividade. Não é. Sem pergunta, qualquer pico vira história.

Threat hunting proativo parte de uma hipótese falsificável. Exemplo: se houver C2 over DNS, veremos subdomínios com entropia alta e poucas visitas humanas no proxy. Aí você define telemetria mínima (DNS, proxy, EDR process create) e o que conta como sucesso ou fracasso.

Hipótese da semana na NimbusCorp: contas de serviço não deveriam autenticar de forma interativa (logon type 2/10). Achado vira detecção permanente.

As perguntas pedem o nome dessa afirmação testável e os dois tipos de logon citados.

Responda as questões abaixo

Hunting proativo parte de uma afirmação que pode ser provada falsa. Isso se chama:

Qual tipo de logon Windows o material diz que conta de serviço não deveria usar de forma interativa (dois números)?

Hipótese refutada com telemetria boa vira nota: não vimos X no período Y. Isso mata ticket fantasma.

Hipótese confirmada vira use case no SIEM, com dono, limiar e data de revisão. Sênior não deixa regra órfã.

A pergunta pede o artefato no SIEM quando a hipótese se confirma.

Responda as questões abaixo

Quando a hipótese se confirma, o material diz para transformá-la em qual artefato no SIEM?